quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Almondega de Couve Flor


Almondegas de Couve Flor

(Lucilia Diniz)
Antes de mais nada, preciso relembrar que essas postagens sobre receitas nem sempre são de minha autoria, de fato, a maioria não é! Quando eu sei, cito a fonte, quando são receitas antigas, infelizmente não consigo dar o crédito a quem é devido.
Só reúno aqui receitas práticas, saudáveis e saborosas que faço em casa, e que me ajudam a levar um dia a dia mais leve e saudável, ok?!?

Ingredientes

2 ½ xícaras (chá) de couve-flor em pedaços
2 ovos grandes
1 cebola ralada
6 dentes de alho amassados
½ xícara (chá) de salsinha
1/3 xícara (chá) de queijo parmesão light ralado
½ xícara (chá) de aveia em flocos grossos ou quinua em flocos

Modo de preparo

Cozinhe a couve-flor até que fique macia.
Escorra bem e amasse com um garfo.
Acrescente os ovos, a cebola e o alho.
Junte a salsinha, o queijo e a aveia (ou quinua).
Misture até formar uma massa homogênea.
Forme almôndegas com a ajude de uma colher.
Coloque em uma forma e leve para assar em forno a 180ºC.
Retire após 45 minutos ou até que estejam formes e coradas.
Sirva em seguida.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Câncer: O Que Pensa a População Brasileira

Dados apontam que 60% dos brasileiros acreditam que o nível de conscientização das pessoas ainda é baixo e falta sensibilização da opinião pública


Embora a maioria dos brasileiros acredite na eficiência dos recentes tratamentos para o combate ao câncer, ainda encara a doença como sentença de morte. Isso é o que demonstra uma pesquisa realizada pelo PACE (Patient Access to Cancer care Excellence), programa global da Eli Lilly, que visa reunir diversos atores para atuar na melhoria do acesso aos cuidados e tratamentos de excelência em oncologia. Essa afirmação foi feita por 49% dos brasileiros contra 32% da média global, o que demonstra que no Brasil o estigma do câncer ainda é maior do que outros países. A pesquisa, encomendada pela Eli Lilly e realizada pela GFK, ouviu mais de três mil pessoas em sete países, sendo 500 no Brasil.


De todos os entrevistados, 89% afirmam que uma das maiores preocupações é não ser capaz de pagar e de não ter acesso ao melhor tratamento contra o câncer (86%). Outros dados apontam para a desconfiança existente nos sistemas de saúde: aproximadamente dez anos foi o prazo citado para que uma nova droga esteja disponível ao paciente para tratar a doença no Brasil (mencionado por 44% dos respondentes) e 62% não acreditam na capacidade do SUS para oferecer o melhor tratamento para pacientes com câncer. Os planos de saúde privado tiveram uma avaliação um pouco melhor, mas, ainda assim, um terço dos entrevistados ainda não é totalmente confiante nesta opção.

O presidente Eli Lilly do Brasil, Julio Gay-Ger, explica que objetivo da iniciativa é oferecer à população brasileira informações sobre o atual cenário do câncer no País e compreender as principais necessidades, visando melhorias no tratamento. “Ouvir atentamente e realizar parcerias de trabalho ajudam a gerar benefícios significativos para as pessoas, e a trazer as respostas que precisamos para continuar a oferecer melhores opções de tratamento para os pacientes”, revela o executivo.

De acordo com a psico-oncologista Luciana Holtz, representante brasileira no Conselho Global do PACE e presidente do Instituto Oncoguia, a pesquisa revela importantes e diversos pontos de vista do brasileiro frente ao câncer, tanto em relação ao diagnóstico, tratamentos e investimentos. “É muito importante saber que o brasileiro reconhece o avanço nos tratamentos do câncer e, mais ainda, saber quais questões os afligem. Com as respostas podemos traçar novos caminhos e viabilizar novas ações em conjunto”, relata Luciana. “A informação é uma arma importante, que empodera e possibilita que os pacientes e familiares busquem pelos seus direitos, pelo acesso aos melhores tratamentos contra o câncer, que participem do processo de decisão sobre o tratamento que está sendo oferecido e realizado e, enfim, que tenham suas vontades e opiniões ouvidas”, completa a presidente do Oncoguia.

A medicina personalizada, que busca encontrar a solução para combater o câncer nas suas mais diferentes mutações, oferecendo o tratamento certo para o paciente certo, ainda não é um conceito conhecido. A pesquisa mostra que apenas uma em quatro pessoas está ciente deste modelo e, inclusive, 80% acreditam que não há informação suficiente e disponível sobre os novos tratamentos. A grande maioria concorda que os médicos precisam discutir medicina personalizada com todos os pacientes. Isso porque 60% consideram que o mesmo tratamento de câncer pode produzir resultados muito diferentes em pacientes com diagnóstico semelhante.


Principais resultados da pesquisa:

·         1 em cada 3 brasileiros diz que um ano extra de vida de um paciente com câncer vale até R$ 400.000.

·         Poucos acreditam que os pacientes devem pagar o tratamento (10%), enquanto um grande número acredita que o governo (69%) deve ser financeiramente responsável.

·         67% acreditam que são necessários R$ 200 milhões ou menos para levar um medicamento de câncer para o mercado.

·         A maioria (64%) acredita que os estudos clínicos oferecem aos pacientes a chance de receber tratamentos melhores do que os convencionais.

·         2 em 3 acreditam que todos os participantes de estudos clínicos recebem tratamentos que são pelo menos tão eficaz quanto aqueles atualmente disponíveis (68 %).

Sobre o Câncer

Câncer é o nome genérico para um grupo de mais de 200 doenças. Embora existam muitos tipos de câncer, todos começam quando as células de algum órgão ou tecido do corpo começam a crescer fora de controle. Esse crescimento é diferente do crescimento celular normal. Em vez de morrer, as células cancerosas continuam crescendo e formando novas células anômalas. As células cancerosas também podem invadir outros tecidos, algo que as células normais não fazem. O crescimento fora de controle e invadindo outros tecidos é o que torna uma célula em cancerosa.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Você Tem um Plano de Aposentadoria?

A cada vez que ouvimos na TV, rádio ou internet que o governo está fazendo ajustes ou pensando em fazer ajustes nas aposentadorias e nos fatores que influenciam as aposentadorias, todos ficamos com nossos cabelos em pé - como diz minha mãe - pois o cenário que se desenha não é dos mais amistosos.

Dada a crise econômica e política que se instalou em nosso país, a tendência é culparmos nossos governantes por essa situação, e continuar reclamando.

Tenho duas más notícias com relação a isso, mas insisto que você continue lendo esse artigo e de preferência, compartilhe com alguém, pois esse tipo de informação é rica e poderá fazer grande diferença no futuro, e, preferencialmente, nas escolhas do presente.

A primeira má notícia é que reclamar não faz a menor diferença!

E isso em qualquer área da vida. A pessoa reclamona foca no problema e não na solução. Ao reclamarmos, deixamos nossa visão turva para a resolução de problemas. As pessoas se afastam, pois ninguém gosta de conviver com gente negativa e que só faz reclamar, ou então, você atrai para si apenas os iguais, ou seja, os reclamões e sem visão para resolver o problema.

Claro que não somos hienas, e uma breve reclamação faz parte. Lutar pelos seus direitos também, mas isso não significa ficar inerte, deixando a situação a própria sorte.

Leve esse pensamento para as outras partes de sua vida, se a reclamação tem sido algo constante, pare agora mesmo e passe a pensar por outra perspectiva, a da resolução de problemas. 

É algo que posso fazer? Quem pode me ajudar? Como? 

É algo que não posso resolver? Então, como dizem os antigos, remediado está! Conforme-se e busque conforto em algo que substitua seu sentimento de perda, substituindo assim a reclamação por proatividade.

A segunda má noticia é que a situação da aposentadoria não é culpa do governo brasileiro!

A população mundial está envelhecendo. Portanto a força econômica que contribuía com o país está menor em relação a população que se beneficia do dinheiro disponível.

Os países mais desenvolvidos tem cada vez menos filhos. A tecnologia, o avanço na saúde e educação, melhoria de saneamento básico, fazem com que vivamos mais. 

É com o dinheiro da população economicamente ativa que se faz todo o trabalho assistencial de um país, inclusive o pagamento de aposentadorias. No Brasil, temos o benefício pago pelo governo, pois não temos uma cultura ou educação de poupança.

Em alguns países, o indivíduo é responsável por sua própria aposentadoria, ou seja, trabalha, e precisa se planejar para ter uma renda que lhe sustente no momento de descanso. Não é raro vermos idosos trabalhando. E por um lado elogiamos as oportunidades que tal país oferece ao idoso, mas não lembramos que talvez seja sua única opção de sustento. 

Nosso país tem milhões de defeitos no campo econômico e político, coisas que nos apertam o estômago de tanta revolta, mas ainda assim é um lugar com olhar cuidadoso aos menos favorecidos: pobres, idosos e crianças, onde qualquer indivíduo tem assistência médica gratuita (claro que existem casos e casos, mas em outros países quem não paga não tem nenhuma opção e o estado nenhuma responsabilidade sobre isso.... vale a reflexão)

Bem, diante desse cenário nem um pouco amistoso, o que você pensa em fazer em seu benefício para quando você for se aposentar?

Quem está próximo a aposentadoria, talvez ainda aproveite a oportunidade de se aposentar nos moldes atuais, que podem não ser suficientes em comparação ao seu padrão de vida atual, mas é possível fazer algum ajuste.

Agora, quem está no meio da ponte pode vir a ter problemas caso não se planeje de maneira adequada a partir de AGORA!

Um orçamento pessoal organizado, com espaço para investimentos futuros é fundamental para ter uma aposentadoria mais tranquila. 

Se hoje sua vida financeira está descontrolada, comece já a fazer a diferença e reservar algum dinheiro para o futuro a longo prazo - sua aposentadoria! Qualquer valor é melhor que zero!

É fundamental iniciar o processo e incorporar a importância desse controle. O controle de suas finanças deve estar em suas mãos em todas as etapas de sua vida, ou você vai confiar no governo em um momento tão delicado?
.,m
Lembrando que geralmente quando estamos mais velhos, nossas opções de lazer são mais caras, pois não nos submetemos a determinados padrões que a juventude permite (é difícil ver um idoso acampando em uma viagem de férias, por exemplo, preferindo o conforto e a segurança de um hotel ou resort), assistência saúde e medicamentos, entre outros aspectos que podem ser citados como consumo para um idoso.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Entenda porque seu filho tem que tomar todas as vacinas

Hoje em dia ainda questionamos muitas coisas que podem parecer claras para a maioria das pessoas que não são muito questionativas, mas que ainda nos leva a pensar se estamos atentos as questões que envolvem a saúde, se estamos nos cuidando como deveríamos e fazendo o mesmo com os filhos. Podemos responder que em geral sim, quando alguém fizer essas perguntas estamos atentos a saúde e cuidando da felicidade, valorizando tudo o que há de bom e útil. 

Não se trata apenas de um estilo de vida que cada um adota para si, é um assunto para refletir, observar e entender, começando pelas vacinas que os filhos precisam tomar. 


Todos os anos, o Governo lança campanha de conscientização sobre a importância da vacinação, que é gratuita para as crianças e o que significa essa ação. Não pode se descuidar nem adiar, a menos que seja por um motivo de muita urgência, mesm
o assim, após a data inicial marcada em todo o país, é possível procurar o Posto de Saúde mais próximo para que seu filho tome a vacina, pois durante um período, os lotes de vacinas ficam nos ambulatórios para atender as pessoas que não puderam comparecer na data da campanha nacional.

O conhecimento é fundamental para nos levar a melhor entender o motivo pelo qual os filhos têm que tomar as vacinas, essa é a única e mais eficaz maneira de impedir que as crianças contraiam doenças perigosas de difícil cura e até letais.

Podemos tomar como exemplo da gravidade de não vacinar os filhos a poliomielite, mais conhecida como paralisia infantil. É uma doença sem cura e que se aloja na medula causando processos inflamatórios que podem levar ao óbito. 

A contaminação do vírus que causa poliomielite é muito rápida e, mesmo no Brasil não tendo nenhum caso registrado, pode-se considerar uma doença erradicada, mas não pode se descuidar, pois existe o risco, ainda que pequeno de haver uma reintrodução do vírus no país por meio de viagens de pessoas vindo de outros países que ainda possa ter o vírus.

Vacinar é o meio mais rápido, barato e eficaz de proteção contra muitas doenças, que infelizmente não se limitam a poliomielite, tem a meningite, hepatite do tipo B, tuberculose, sarampo, tétano, difteria, coqueluche, caxumba e rubéola. Todas essas fazem parte do calendário de vacinação de cada criança.


Caso os pais não queiram vacinar os filhos no serviço público, pode consultar clínicas privadas especializadas em imunização que prestem serviços de vacinação.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Foz do Iguaçu - Um Destino para Todas as Idades

Dia 08 de outubro embarcamos em mais uma viagem em família, para um destino seminacional.

E mesmo para nós, viajantes experientes, essa viagem foi um grande desafio pois além de nós dois, parceiros há 10 anos, agora temos Arthur, que ao longo de seus quase 3 anos, já tem suas necessidades e gostos. Levamos também a mãe do Elliot com seus 50 e poucos anos e a vó do Elliot com seus quase 80. 

Foi lindo e prazeroso poder proporcionar a elas duas, a exemplo do que fizemos em outubro do ano passado com minha mãe e irmã (cada um pagando suas despesas, mas emprestamos a coragem daqueles que já se sentem a vontade com malas prontas). Voo pela Gol, hospedagem pela Decolar.com , e aluguel de veículo pela Hertz previamente contratados antes da viagem.

Um voo rápido, e por conta da diversidade de nosso grupo, decidimos sair do aeroporto de Foz com um carro alugado, nunca fizemos isso. Foz e aquela região de fronteira que percorremos, são extremamente fáceis de percorrer, com vias bem sinalizadas.

Nossa hospedagem foi no Foz Plaza, que estava claramente em reforma, portanto não posso ser injusta em fazer um julgamento. Fica bem localizado, relativamente próximo ao terminal rodoviário. Chegamos a noite, nos instalamos e fomos jantar.

A sexta feira amanheceu chuvosa e assim ficou por toda nossa estadia. Acordar e perceber o quanto o tempo havia mudado (chegamos sob forte calor) nos fez respirar fundo. Mas mantivemos nossa programação, afinal, não sabíamos como ficariam os dias seguintes, e ficar confinados no hotel estava fora de cogitação. Vestimos nossas capas e fomos contemplar uma das 7 maravilhas do mundo.

Era véspera de feriado, mas sexta feira pela manhã estava bem vazio, geralmente existem filas quilométricas e o passeio se torna bastante demorado.

Estacionamos o carro com facilidade e compramos nossos ingressos para ingressar no Parque das Cataratas. 

Um ônibus percorre um caminho arborizado e limpo rumo ao parque propriamente dito, que percorrem o lado brasileiro das cataratas. Mesmo a chuva não estragou a força e a beleza daquele lugar. Caminhávamos admirados respirando ar puro, ouvindo a força das quedas, molhados com a chuva (rs) - uma experiência que envolveu 4 dos 5 sentidos. Perfeito! Arthur comentava o quanto era grande e o quanto ia rápido. Meu pequeno aventureiro queria estar no Macuco Safari, porém não foi dessa vez.

Nossa equipe aguentou bem o trajeto, mas pessoas com dificuldades de mobilidade podem utilizar o elevador para chegarem perto daquela maravilha.

Voltamos para o hotel, estávamos com frio, Arthur precisava dormir um pouco.

No sábado, ainda chuvoso, resolvemos ir ao Paraguai. Nunca é nossa prioridade sair as compras, na verdade isso acaba sendo um bônus de viagem e totalmente opcional. A locadora do veículo não autorizava a ida do carro até Ciudad del Este, portanto pegamos um ônibus coletivo (ao custo de R$ 5 por pessoa) e em cerca de 20 minutos chegamos. Um mundo de ambulantes, carros, bicicletas, motos em meio a prédios decadentes. A rua suja e fétida. Queríamos conhecer. Descemos no segundo ponto e fomos direto a Monalisa, um dos poucos lugares que dizem ser confiável para compras no Paraguai. Com o dólar nas alturas (cerca de 4 x 1) as lojas estavam vazias, muitas delas fechadas, comerciantes desanimados. Os valores na Monalisa não valeram o esforço, e os demais produtos certamente estão mais atraentes na paulista 25 de Março.

Saindo de lá, pegamos nosso carro e partimos rumo a Puerto Iguazu. Antes disso demos uma pradinha em uma lanchonete nova, a Yalla, pertencente a uma família de origem turca, comemos esfihas com tempero original e não pude deixar de provar o tradicional café árabe, que é preparado de maneira diferente, além de conter cúrcuma - Adorei! E como o dia cinzento já estava perdido com compras, decidimos parar no Duty Free. Ali os preços estavam um pouco melhores, especialmente comprando em pesos, mas mesmo assim, chegavam a assustar. O Duty Free é antes da imigração e estava sempre cheio. Finalizamos nossa noite na tradicional "Feirinha" de Puerto Iguazu, um amontoado de barracas que vendem secos e molhados com bares que servem "picadas" (petiscos) daquelas delícias pelas quais vamos passando. Empanadas e Patagônia, uma cerveja argentina.

No domingo partimos para Puerto Iguazu, rumo a La Aripuca, uma reserva ecológica que valoriza o cuidado com a natureza e a divulgação da cultura, crenças e tradições locais. Além de apreciação da natureza, não deixe de provar o delicioso sorvete de Mate e Rosas, uma combinação incomum porém deliciosa. Provar também as geleias de hibiscus ou madeira (sim!), e até mesmo o doce de leite com chocolate. Há também o alfajor de mate (vale para provar) e o delicioso alfajor de madeira!!


Fomos visitar o Hito 3 Fronteas (Argentina) que nos surpreendeu: Lindo espaço recém reformado, com fontes coloridas e dançantes, além de uma academia de ginástica toda envidraçada de frente aos outros marcos, pertencente a prefeitura - ou seja, gratuito!!!! Perfeito lugar para se exercitar.

Na segunda, ainda meio nublada mas seca, decidimos visitar o lado argentino. A mãe do Elliot ficou, a vó aventureira foi. Tudo o que lemos em blogs de viajantes nos faziam acreditar que estaríamos embarcando em uma aventura em meio a trilhas fechadas de terra sem qualquer apoio como lanchonete ou banheiro.

Chegamos as 13h no parque. Estava realmente vazio, pois o que lemos é que as filas também são quilométricas. Enquanto o lado brasileiro é todo pavimentado e os turistas são levados de ônibus por estradas asfaltadas, o lado argentino é mais natureza. Após ingressar no parque, caminhamos por alamedas arborizadas até o trem. Quem estiver disposto pode fazer o caminho a pé, mas exigirá um bom preparo físico. 

O Primeiro trem leva até a Estação Cataratas. Pode iniciar sua caminhada ali mesmo. Exitem 2 percursos, o inferior com 1400m, observando as cataratas por baixo, e o superior com 650m, observando as quedas por cima. Descemos do trem mas decidimos pegar o próximo, indo direto até a Garganta do Diabo.

Descemos ali e caminhamos os 1100m sobre pontes e passarelas, muito bem instaladas em meio a natureza rumo a garganta, passando por sobre o rio Iguaçu em meio a mata. Tudo muito limpo e organizado. possível de ser percorrido por pessoas com mobilidade reduzida (havia uma cadeirante no trem no qual embarcamos). Lindo!! Aves, peixes, a natureza em sua plenitude! É indescritível aquele lugar! Qualquer imagem não retrata a real beleza das Cataratas.

Retornamos ao trem rumo aos circuitos inferior e superior. Decidimos iniciar pelo inferior. Quanta beleza. Parávamos para as fotos e para admirar a paisagem, Na velocidade que a vó poderia percorrer. Paramos apenas para ir ao banheiro e decidimos não parar para lanchar, não daria tempo, também havíamos tomado um caprichado café da manhã no hotel. Finalmente percorremos o circuito superior para finalizar aquela maravilha!

Fomos os últimos a sair do parque, literalmente, os guarda parques já estavam checando as trilhas e fechando o parque. O lado argentino pode ser feito durante 1 dia inteiro, com paradas para lanche, até mesmo em 2 dias. Mas conseguimos fazê-lo mesmo assim, em 6 horas!!

Terminamos nossa noite no badalado Aqva, um dos restaurantes mais recomendados de Puerto Iguazu, e não decepcionou. A sobremesa foi na deliciosa "heladeria" Cremolatti, que fica na quadra seguinte,  na rodoviária mas serve um dos melhores sorvetes que já provei.

A terça feira, nosso último dia completo de viagem, fomos visitar a Mesquita Muçulmana - Detalhe para a Doceria Almanara em frente a mesquita, com doces árabes - imperdível!!

Fomos também ao Templo Budista, que confere um clima de paz, ficando ao alto, de onde podemos vier a ponte da amizade, além de apresentar um gramado grande.

Dalí partimos para  uma das grandes maravilhas da tecnologia moderna, a Itaipu Binacional . A usina que compartilhamos com nossos vizinhos paraguaios, foi construída com a contribuição de ambas as partes. Fizemos a Visita Panorâmica, que é uma visita guiada em um ônibus de 2 andares passando pelo empreendimento. Há o restaurante Porto Katamarã que me pareceu ser muito interessante almoçar ali no lago Itaipu. Não o fizemos por falta de programação mas quem puder se prepare para almoçar por la, os ônibus passam a cada 30 minutos.

Fomos direto para o Marco 3 fronteiras, lado brasileiro. Felizmente entrando em reforma. Bem arborizado, representando bem nosso país, porém deixava a desejar com relação a atrações, triste ver o Espaço das Américas literalmente abandonado. No projeto se transformará em um restaurante.

Inicio de noite novamente em Puerto Iguazu e novamente na feirinha, com petiscos de queijos, salames e azeitonas, pedimos também bife de Chorizo (é como eles chamam o corte de carne, equivalente a nossa Alcatra), acompanhados de Quilmes. Fizemos umas comprinhas de alfajores e aqui quero deixar um registro especial: Havanas são bons para serem tomados com um cafézinho preto, agora La Aldea, são di-vi-nos! E por conta da menor procura, o preço também é mais vantajoso. Me arrependi de não trazer outra caixa (não o fizemos por conta de retornar a dieta) pois todos aqui no Brasil reclamaram de não poderem repetir nosso presentinho.

Considerações finais:

Sobre a tal Carta Verde - No hotel, o recepcionista e um taxista disseram que Foz do Iguaçu inteiro vai a Puerto Iguazu e dificilmente pedem a tal carta. Além disso, o taxista - na verdade um motorista particular, disse que há 20 anos vai a Puerto 3 x na semana e JAMAIS foi solicitado a tal carta - Não fizemos.

Hospedagem - Foz do Iguaçu é uma cidade muito limpa organizada e fácil de andar, porém as coisas me pareceram distantes, então para jantar, caso você não saiba onde ir, vai ficar rodando e perdendo tempo. As coisas são meio longe. Portanto de uma próxima vez, irei me hospedar em Puerto Iguazu pois é uma cidade bem pequena, dá pra caminhar a pé e concentra boas opções de restaurantes e hospedagem.

Cambio - Em vários lugares há cambio e também muitos lugares em Puerto aceitam Reais, mas em nossa viagem (isso pode variar), comprar em pesos estava bem mais vantajoso. Fizemos o cambio no Supermercado Mustafa.

Não tivemos a oportunidade de conhecer o Parque das Aves por conta do tempo instável. Também não visitamos o Museu de Cera e o Parque dos Dinossauros.

Foz do Iguaçu é uma cidade/região para ser visitada 2 vezes: Uma quando o rio está cheio e caudaloso, e outra em abril, quando está mais seco.

Se há um lado mais lindo? Em minha opinião percorrer o lado argentino é bem natural e próximo, porém as belezas vistas pelo lado brasileiro são deslumbrantes. Deu empate ;)




quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Hamburger Vegetariano



Ingredientes

- 2 colheres (sopa) de azeite em lata
- 2 dentes de alho, picados
- 1 cebola média, picada
- 1 tomate, sem sementes, sem cubinhos
- 1 lata de seleta de legumes, escorrida
- ½ xícara (chá) de azeitona verde, picada
- 8 fatias de pão de forma, sem casca e picados
- 1 ovo
- Farinha de rosca para empanar
- Óleo
- Sal, salsa e orégano à gosto

Preparo

1 – Numa frigideira média, aqueça o azeite, refogue o alho, a cebola e o tomate. Acrescentes a seleta de legumes, a azeitona, tempere com salsa e orégano, acerte o sal, deixe esfriar e reserve.
2 – Num refratário médio, junte o refogado de seleta de legumes, o pão de forma, ovo e mexa delicadamente até envolver bem todos os ingredientes.
3 – Modele dando formato de hambúrguer, empane-os na farinha de rosca e deixe na geladeira por cerca de 30 minutos.
4 – Unte uma forma com óleo e acomode os hambúrgueres.
5 – Leve ao forno preaquecido a 180ºC por 20 minutos. Vire-os na metade do tempo para assar por igual e sirva a seguir.


Rendimento: 12 porções

Tempo de preparo: 40min

Calorias: 122