Mostrando postagens com marcador campanhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador campanhas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Câncer: O Que Pensa a População Brasileira

Dados apontam que 60% dos brasileiros acreditam que o nível de conscientização das pessoas ainda é baixo e falta sensibilização da opinião pública


Embora a maioria dos brasileiros acredite na eficiência dos recentes tratamentos para o combate ao câncer, ainda encara a doença como sentença de morte. Isso é o que demonstra uma pesquisa realizada pelo PACE (Patient Access to Cancer care Excellence), programa global da Eli Lilly, que visa reunir diversos atores para atuar na melhoria do acesso aos cuidados e tratamentos de excelência em oncologia. Essa afirmação foi feita por 49% dos brasileiros contra 32% da média global, o que demonstra que no Brasil o estigma do câncer ainda é maior do que outros países. A pesquisa, encomendada pela Eli Lilly e realizada pela GFK, ouviu mais de três mil pessoas em sete países, sendo 500 no Brasil.


De todos os entrevistados, 89% afirmam que uma das maiores preocupações é não ser capaz de pagar e de não ter acesso ao melhor tratamento contra o câncer (86%). Outros dados apontam para a desconfiança existente nos sistemas de saúde: aproximadamente dez anos foi o prazo citado para que uma nova droga esteja disponível ao paciente para tratar a doença no Brasil (mencionado por 44% dos respondentes) e 62% não acreditam na capacidade do SUS para oferecer o melhor tratamento para pacientes com câncer. Os planos de saúde privado tiveram uma avaliação um pouco melhor, mas, ainda assim, um terço dos entrevistados ainda não é totalmente confiante nesta opção.

O presidente Eli Lilly do Brasil, Julio Gay-Ger, explica que objetivo da iniciativa é oferecer à população brasileira informações sobre o atual cenário do câncer no País e compreender as principais necessidades, visando melhorias no tratamento. “Ouvir atentamente e realizar parcerias de trabalho ajudam a gerar benefícios significativos para as pessoas, e a trazer as respostas que precisamos para continuar a oferecer melhores opções de tratamento para os pacientes”, revela o executivo.

De acordo com a psico-oncologista Luciana Holtz, representante brasileira no Conselho Global do PACE e presidente do Instituto Oncoguia, a pesquisa revela importantes e diversos pontos de vista do brasileiro frente ao câncer, tanto em relação ao diagnóstico, tratamentos e investimentos. “É muito importante saber que o brasileiro reconhece o avanço nos tratamentos do câncer e, mais ainda, saber quais questões os afligem. Com as respostas podemos traçar novos caminhos e viabilizar novas ações em conjunto”, relata Luciana. “A informação é uma arma importante, que empodera e possibilita que os pacientes e familiares busquem pelos seus direitos, pelo acesso aos melhores tratamentos contra o câncer, que participem do processo de decisão sobre o tratamento que está sendo oferecido e realizado e, enfim, que tenham suas vontades e opiniões ouvidas”, completa a presidente do Oncoguia.

A medicina personalizada, que busca encontrar a solução para combater o câncer nas suas mais diferentes mutações, oferecendo o tratamento certo para o paciente certo, ainda não é um conceito conhecido. A pesquisa mostra que apenas uma em quatro pessoas está ciente deste modelo e, inclusive, 80% acreditam que não há informação suficiente e disponível sobre os novos tratamentos. A grande maioria concorda que os médicos precisam discutir medicina personalizada com todos os pacientes. Isso porque 60% consideram que o mesmo tratamento de câncer pode produzir resultados muito diferentes em pacientes com diagnóstico semelhante.


Principais resultados da pesquisa:

·         1 em cada 3 brasileiros diz que um ano extra de vida de um paciente com câncer vale até R$ 400.000.

·         Poucos acreditam que os pacientes devem pagar o tratamento (10%), enquanto um grande número acredita que o governo (69%) deve ser financeiramente responsável.

·         67% acreditam que são necessários R$ 200 milhões ou menos para levar um medicamento de câncer para o mercado.

·         A maioria (64%) acredita que os estudos clínicos oferecem aos pacientes a chance de receber tratamentos melhores do que os convencionais.

·         2 em 3 acreditam que todos os participantes de estudos clínicos recebem tratamentos que são pelo menos tão eficaz quanto aqueles atualmente disponíveis (68 %).

Sobre o Câncer

Câncer é o nome genérico para um grupo de mais de 200 doenças. Embora existam muitos tipos de câncer, todos começam quando as células de algum órgão ou tecido do corpo começam a crescer fora de controle. Esse crescimento é diferente do crescimento celular normal. Em vez de morrer, as células cancerosas continuam crescendo e formando novas células anômalas. As células cancerosas também podem invadir outros tecidos, algo que as células normais não fazem. O crescimento fora de controle e invadindo outros tecidos é o que torna uma célula em cancerosa.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Entenda porque seu filho tem que tomar todas as vacinas

Hoje em dia ainda questionamos muitas coisas que podem parecer claras para a maioria das pessoas que não são muito questionativas, mas que ainda nos leva a pensar se estamos atentos as questões que envolvem a saúde, se estamos nos cuidando como deveríamos e fazendo o mesmo com os filhos. Podemos responder que em geral sim, quando alguém fizer essas perguntas estamos atentos a saúde e cuidando da felicidade, valorizando tudo o que há de bom e útil. 

Não se trata apenas de um estilo de vida que cada um adota para si, é um assunto para refletir, observar e entender, começando pelas vacinas que os filhos precisam tomar. 


Todos os anos, o Governo lança campanha de conscientização sobre a importância da vacinação, que é gratuita para as crianças e o que significa essa ação. Não pode se descuidar nem adiar, a menos que seja por um motivo de muita urgência, mesm
o assim, após a data inicial marcada em todo o país, é possível procurar o Posto de Saúde mais próximo para que seu filho tome a vacina, pois durante um período, os lotes de vacinas ficam nos ambulatórios para atender as pessoas que não puderam comparecer na data da campanha nacional.

O conhecimento é fundamental para nos levar a melhor entender o motivo pelo qual os filhos têm que tomar as vacinas, essa é a única e mais eficaz maneira de impedir que as crianças contraiam doenças perigosas de difícil cura e até letais.

Podemos tomar como exemplo da gravidade de não vacinar os filhos a poliomielite, mais conhecida como paralisia infantil. É uma doença sem cura e que se aloja na medula causando processos inflamatórios que podem levar ao óbito. 

A contaminação do vírus que causa poliomielite é muito rápida e, mesmo no Brasil não tendo nenhum caso registrado, pode-se considerar uma doença erradicada, mas não pode se descuidar, pois existe o risco, ainda que pequeno de haver uma reintrodução do vírus no país por meio de viagens de pessoas vindo de outros países que ainda possa ter o vírus.

Vacinar é o meio mais rápido, barato e eficaz de proteção contra muitas doenças, que infelizmente não se limitam a poliomielite, tem a meningite, hepatite do tipo B, tuberculose, sarampo, tétano, difteria, coqueluche, caxumba e rubéola. Todas essas fazem parte do calendário de vacinação de cada criança.


Caso os pais não queiram vacinar os filhos no serviço público, pode consultar clínicas privadas especializadas em imunização que prestem serviços de vacinação.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

É da Nossa Conta - Trabalho Infantil

Para quem ainda não sabe, sou professora de ensino fundamental e médio desde 2006, concursada pelo Estado de São Paulo, e leciono em escolas de "risco" dede então. Após a maternidade alguns assuntos se aproximaram ainda mais, emocionalmente falando, e eu não poderia deixar de manifestar algumas questões a respeito dessa Campanha da Fundação Telefônica, em parceria com a Unicef e a OIT

Hoje vejo Arthur cercado de cuidados a carinho, mas percebo o quanto isso foge da realidade de uma grande parcela das crianças brasileiras. Muitas, em lares desfeitos pelas drogas e crime, muitas rejeitadas por quem deveria apoia-las. Estão expostas as armadilhas da vida moderna e do caminho mais fácil (fácil como modo de dizer).

As leis brasileiras regulam que toda criança, agora a partir de 4 anos de idade, estejam matriculadas, garantindo portanto seu acesso a um lugar de aprendizagem, alimentação, convívio social, ou seja, inseridas na sociedade, e se assim estivessem, seguiriam o curso natural que sonhamos para todas as crianças, de serem adultos responsáveis e cidadãos.

A realidade se mostra muito menos colorida. Apesar da obrigatoriedade, papel nenhum consegue manter crianças em lugares seguros, tampouco em escolas. Muitos logo desistem da vida escolar por não verem uma luz no fim do túnel, em sua pequena jornada de vida, pois sentem a necessidade de terem dinheiro para comprar seu conforto ou mesmo ajudar as despesas básicas da família. 

Crianças sem pais, crianças sem mães, tantas vezes sob os cuidados de algum outro parente próximo ou amigo, a criança se sente uma intrusa em meio as cobranças por espaço e alimento. Quer algum item de consumo e sabe que não tem condições alguma, pois está em luta pela sobrevivência. Crianças cuidam de outras crianças enquanto os responsáveis saem muito cedo para o trabalho e retornam bem tarde, após sua jornada de deslocamentos e labuta. fadigados por essa condição. 

Olhar pela criança? Tarefa quase impossível para quem está lutando por sua própria sobrevivência, por um fôlego de vida.

Gente! É isso que vejo em meu trabalho todos os dias. Saio das reuniões de pais tantas vezes frustrada e desesperançada por saber que, por mais difícil de lidar com alguns casos que temos na escola, aos alunos conseguem ainda serem muito bons perto do que vivem fora da escola. A escola é para muitos, aquele refúgio onde são respeitados, apoiados, recebidos com carinho e alimento (minha escola é de tempo integral), por mais que conscientemente não reconheçam sua importância curricular, mas ao menos sentem-se protegidos.

Tantos de nossos jovens logo cedo decidem largar os estudos e se aventurar em trabalhos de rua como vender doces, limpar vidros, olhar carros, e outros trabalhos degradantes, por suas urgências de consumo. Todos estão consumindo o celular, a calça, o boné, a camiseta, de marcas famosas e caras. Esses jovens sentem a necessidade de estarem inseridos na sociedade, pois ainda guardam algum valor moral. Tantos criminosos desfilam seus carrões, joias, festas e roupas, ostentando uma vida de luxo e riqueza, uma vida tão distante da que esses pequenos vivem. Por muito pouco, ou quase nada, também não se envolvem nessa vida criminosa.

A única esperança para essas crianças é a libertação que o estudo pode promover. É a utilização das políticas públicas em prol da educação e de um ensino de qualidade, onde a escola seja cada vez mais um lugar onde eles queiram estar. Mais que um convívio social ou um prato de comida, um lugar de onde crianças e jovens percebam ser a ponte para um mundo de infinitas possibilidades. E que o trabalho (em termos de responsabilidade) da criança é o estudo.

A valorização da escola, dos ambientes de estudo, dos profissionais da educação se faz urgente em meio a uma sociedade que não consegue enxergar o drama e as necessidades reais das crianças brasileiras. Ao contribuir com o trabalho infantil, mesmo comprando uma bala no farol, dando uma moeda ao guardador de carros, é reforçar para essas crianças que aquele trabalho será compensado, quando o correto é orientá-lo, mesmo que talvez em vão, a retornar a escola e aos estudos, e em seu tempo livre, ler um livro, uma revista e aproveitar para brincar.

Acho que esse post saiu como um desabafo. Acredito que por não ter eu a resposta para esse problema, que ultrapassa os muros da minha escola, só pude dizer de dentro do problema o quão grave e próximo ele é. Está em todos os cantos, esquinas, apesar da Campanha de 2014 dar atenção especial à região Nordeste e ao semiárido brasileiro. O problema está aqui, agora.

Cabe a nós uma reflexão e pensarmos como sociedade a solução desse problema, a partir da educação.

Lugar de criança é na escola, e a escola tem que ser atrativa.


domingo, 18 de maio de 2014

Pedofilia - Não Feche os Olhos


18 de Maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, uma data para que os internautas, através da força e alcance das redes sociais, possam trabalhar juntos em favor da conscientização da importância das denúncias quanto a Pedofilia. Saiba Mais

Criado em 2012, o projeto Pedofilia: Não Feche os Olhos para Isso, do Instituto ABIHPEC, convida a todos os brasileiros a se unirem no combate desse mal que assombra tantas crianças em nosso país e no mundo também. Muitas pessoas estão mobilizadas através da #naofecheosolhos.

A ABIHPEC - Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos é uma associação civil sem fins lucrativos que também se mobiliza em projetos sociais, como o combate a pedofilia, pois entende a importância e a força da sociedade vigilante e denunciante contra esse crime tão brutal, onde em muitas vezes, o agressor está dentro de casa, portanto a vigilância é constante e irrestrita.

Às vésperas de Copa do Mundo, em nosso país que apresenta estatísticas de abuso de menores e prostituição infantil, essa campanha vem bem a tempo! É necessário compartilhar pois as crianças, muitas vezes sentem-se acuadas e com medo de seu agressor e em tantas outras situações procuram uma outra pessoa para compartilhar e denunciar.

Portanto seja atento com seus filhos, sobrinhos, colegas, crianças a quem queremos bem e compartilhem a informação com professores e parentes. Quanto mais gente engajado na campanha, mais crianças poderão ser salvas e acolhidas dessa situação tão brutal, física e emocionalmente.

Acesse a página do Facebook da campanha e compartilhe também essa causa!!






sexta-feira, 2 de maio de 2014

Diabetes e Exercícios Físicos

O Diabetes Mellitus Tipo I é uma doença não contagiosa, auto imune (ou seja, as células defeituosas destroem as células sadias) que tem seu número de casos aumentado nas últimas décadas. Geralmente surge por herança genética ou infecções sérias.

A produção de insulina, hormônio produzido no pâncreas e responsável pelo transporte da glicose (açúcar), sofre uma falha em sua produção, levando a glicose ficar circulante no sangue, ao invés de ser transportada de forma adequada aos músculos e demais órgãos no corpo, o que garantiria a energia necessária para nossas atividades.

Também é conhecida por Diabetes Infanto Juvenil, pois sua maior incidência acontece em crianças e jovens. Seus sintomas são urina excessiva, muita sede, muita fome, fraqueza, cansaço, nervosismo, mal humor, náuseas e vômito, surgindo de maneira repentina, provocando muitas vezes um emagrecimento abrupto, pois o organismo utiliza a gordura e o próprio músculo como fonte de energia, já que a glicose não chega de maneira satisfatória.

O diagnóstico se dá através de exames de sangue.

O tratamento é feito por aplicações diárias de insulina, rígido controle da alimentação e atividade física (desde que o paciente não apresente um quadro de baixa glicemia - hipoglicemia)

A dieta é bastante restritiva com relação a doces e carboidratos simples (massas, pães, guloseimas em geral) - Tudo que a maioria das crianças infelizmente está habituada a consumir!! Deve-se privilegiar o consumo de carboidratos complexos (algumas frutas, grãos integrais) pois a absorção mais lenta não deixa os níveis de glicose do sangue subirem acima do desejável.

O exercício físico é fundamental, capaz de manter os níveis de açúcar no sangue dentro do desejável, pois é utilizado durante a atividade, e também impede o aumento de peso e outros fatores de risco como elevação da pressão sanguinea. Em alguns casos o paciente precisa fazer o teste antes da atividade para saber a quantidade correta e o que comer.

A Dra. Denise Franco, diretora científica da ADJ, explica ainda que "da mesma forma que o monitoramento constante dos níveis de açúcar no sangue e a alimentação saudável, a atividade física é uma das melhores aliadas no controle do diabetes. Devemos cuidar para que os pacientes entendam isso desde pequenos, tornando a atividade física uma constante em suas vidas"

O portador de Diabetes Mellitus Tipo I pode levar uma vida normal, brincar, relacionar-se, divertir-se, desde que observe seus fatores de risco e faça um acompanhamento adequado.

Lenny
Com esse intuito, a ADJ em parceria com a Medtronic, no dia 17/05/2014, celebram as Olimpíadas do Lenny. Um evento gratuito para crianças a partir de 5 anos a jovens de 16 anos.

Lenny, o leão, é embaixador e mascote oficial da Medtronic para crianças com diabetes. Foi diagnosticado com diabetes tipo I e com toda sua força e coragem leva uma vida saudável e ativa.

Com o tema "Vamos jogar para ganhar do diabetes tipo 1", os inscritos participarão de vários jogos, competições esportivas e brincadeiras que reforçam a importância do exercício físico como estilo de vida mesmo para pessoas com diabetes.

Transporte, refeições e conversas sobre opções de tratamento com médicos, nutricionistas, psicólogos e especialistas de produtos para o público, estão incluídos na programação, que acontecerá das 9h as 17h no Acampamento Aruanã, em Embu-Guaçu.

As inscrições devem ser feitas por telefone (11)3675-3266 (ramal 31 Paula / ramal 33 Debora). Cada participante poderá levar até 3 acompanhantes. O ônibus sairá do estacionamento do Shopping Center Norte as 6:30h.






quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Semana Mundial do Aleitamento Materno - WABA



De 01 a 07 de agosto é considerada a Semana Mundial do Aleitamento Materno ou World Breastfeeding Week.


Você sabia que existem 10 passos que as unidades de saúde que contam com serviço de maternidade e assistência ao recém nascido devem seguir para garantir um aleitamento materno bem sucedido??

1. Ter uma norma escrita sobre aleitamento materno, a qual deve ser rotineiramente transmitida a toda equipe;

2. Treinar toda a equipe capacitando-a para implementar esta norma;

3. Informar todas as gestantes atendidas sobre as vantagens e o manejo da amamentação;

4. Ajudar as mães a iniciar a amamentação na primeira meia hora após o parto;

5. Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas de seus filhos;

6. Não dar a recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida além do leite materno, a não ser que tenha indicação clínica;
7. Praticar o alojamento conjunto, permitir que mães e bebês permaneçam juntos 24 horas por dia;
8. Encorajar a amamentação sob livre demanda;
9. Não dar bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas;
10. Encorajar o estabelecimento de grupos de apoio à amamentação, para onde as mães devem ser encaminhadas após a alta hospitalar.



Acredite:  NÃO HÁ LEITE FRACO!!

Quanto mais o bebê mama, mais leite você produz

Coloque o bebê na posição correta para mamar

Cuide adequadamente das mamas

Retire leite quando for necessário (ordenha)
Nunca use bicos, chupetas, chuquinhas ou mamadeiras
Tome líquidos, alimente-se e descanse sempre que possível
Só tome medicamentos com ordem médica
Continue a amamentação, se possível, até os 2 anos de idade
Conheça os direitos da mãe trabalhadora
   
  (Fonte: Secretaria de Políticas de Saúde do Ministério da Saúde)

Aqui em São Paulo, domingo dia 04/08, ás 14 horas, acontecerá a Hora do Mamaço 2013, na Casa das Rosas. Evento apoiados pela Sociedade de Pediatria de São Paulo, onde mamães em ação poderão trocar experiências, aprender e incentivar esse ato tão intimo, único e fundamental entre mamães e bebês.


Amamentar não é somente nutrir, é troca de afeto, carinho, cumplicidade entre mamãe e bebê.