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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Cup Cake de Macarrão - Mac and Cheese Cup

Mais uma receitinha para aproveitar a criançada que está em casa, em férias. Além de linda, é diferente e poderá agradar uma visita inesperada. É muito fácil e prática, pode usar a imaginação na hora de rechear.

Não posso colocar as quantidades porque variam de acordo com a forma e recheios.

Macarrão cozido - Eu usei espagueti integral, mas pode ser qualquer macarrão em qualquer formato




Acomode uma porção na forma de cup cake untada com óleo, como se fosse um ninho, deixando um buraco no meio, para o molho de tomate e o recheio.

Molho de tomate de tomate.

Recheio - Eu usei frango desfiado e requeijão. Quem quiser e puder, capriche em muçarela ralada por cima de tudo. 

Leve ao forno médio (200°) pré aquecido por cerca de 30 minutos, monitorando para não queimar. 
A massa sai inteira, tostadinha por fora e úmida por dentro.





quinta-feira, 2 de julho de 2015

Bala de Agar Agar - Gelatina

Agar Agar é uma gelatina extraída através do processo de fervura das algas vermelhas (Gelidium sp.) é largamente usada na alimentação oriental e ganha cada vez mais adeptos no mundo todo. Seu uso é centenário. Especialistas acreditam que o processo de produção dela iniciou-se no Japão por volta de 1650. É muito utilizada na gastronomia por ser ética, ecologicamente aprovada, prática e por sua textura leve e versátil.

Tem uma capacidade de expansão de até 20x seu volume, gerando uma sensação de saciedade, tendo, também, efeito laxativo. É composta principalmente por fibras, sais minerais e uma pequena quantidade de proteína. 

Ingerindo muita água, aumenta essa sensação de saciedade por conta exatamente das fibras.

Ingredientes

150 ml de suco natural
1 colher de sobremesa de ágar ágar em pó
(Há quem prefira utilizar suco Clight, utilize 150ml de água e a metade do saquinho)

Modo de fazer

Dissolva o ágar ágar na água e leve para o fogo, mexendo bem até dissolver por completo. Antes de levantar fervura, misture o suco clight, mexa rapidamente e retire do fogo. Coloque a mistura em forminhas. Em 20 minutos ela se solidifica, mesmo fora da geladeira, mas é bom colocar pra gelar pra ficar mais durinho.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Atividade Física desde a Infância

Incentivar a atividade física desde a infância tende a ser um grande investimento na vida das crianças, ainda mais hoje em dia que cada vez mais cedo os pequenos estão expostos a brinquedos eletrônicos de toda espécie.

A atividade física traz diversos benefícios à criança, e claro, ao adulto que ela irá se tornar. Estimula a coordenação motora (ato de locomover-se e se relacionar com objetos), coordenação motora fina (relação com objetos pequenos), estimula a autoconfiança, a sociabilização, a noção de regras, a cooperação, a competitividade e o espírito esportivo.

Quanto à competitividade é natural do ser humano ser competitivo e isso muitas vezes é condenável para alguns pais e familiares. Chegou uma época que a educação física escolar mal podia falar essa palavra - competição - era motivo de sermões intermináveis quanto ao malefício a algumas crianças.

Dentro do esporte e também da vida, há quem vença e quem perca. Esse é o curso natural das coisas. Importante é fomentar isso de maneira saudável e harmônica e nada melhor que o espírito esportivo, porque jogar contra, também é jogar junto. Se eu não tenho adversário, também não tenho jogo.
já a corrida, apesar de ser algo competitivo, ficou muito claro para mim o quanto a competição interna é importante.

Arthur ainda não tem essa noção de que para ele vencer, alguém perdeu. Ele foi lá, correu, deu o seu melhor e ganhou sua medalha. Na corrida Pão de Açúcar Kids 2015, diversas crianças fizeram o mesmo.

Meu pequeno atleta vivenciou um espírito de prova, pela segunda vez, já que fomos em 2014, e saiu muito satisfeito com sua performance. E nós pais, felizes por ter proporcionado isso a ele.

A prova estava muito bem organizada, com cada criança correndo por gênero e idade em diversas baterias ao longo da pista de 50m ou 100m . 

Medalhas, lanche para repor energias, brinquedos infláveis esperavam os pequenos no final de suas provas. Pais orgulhosos tirando fotos de seus mini atletinhas no pódio, uma recordação de uma agradável manhã de sábado.

Ano que vem tem mais e estaremos lá.












segunda-feira, 4 de maio de 2015

Atividade Física na Infância

Quando a televisão não era tão popular nas residências, as brincadeiras das crianças envolviam correr na rua, empinar pipa ou pular corda.

Em tempos de tecnologia, com a disponibilidade de videogames, desenhos animados e filmes, a diversão passou a ser, muitas vezes, olhar para a tela da TV. Entretanto, os médicos alertam sobre a importância da atividade física na vida de uma criança.


De acordo com o Dr. José Gabel, secretário do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), a prática de exercícios físicos regulares fortalece a massa óssea e muscular, contribui para o aperfeiçoamento e aquisição de habilidades motoras, desenvolve a flexibilidade, ajudando na manutenção da postura e equilíbrio, além de melhorar o sistema cardiocirculatório. Mas não para por aí. “É de consenso mundial que a realização de atividades físicas na infância ajuda a manter o peso ideal, reduzindo índices de obesidade e suas consequências, como diabetes, hipertensão e dislipidemias, por exemplo”, explica.

Além dos benefícios físicos, atividades físicas como futebol, vôlei e basquete também trazem ganhos para a socialização da criança. Esportes coletivos permitem que o jovem aprenda a trabalhar em equipe e proporciona momentos de conversa entre os participantes, o que aumenta a autoestima e o equilíbrio emocional.

Vale ressaltar que o exagero de exercícios físicos nessa faixa etária tem efeito contrário e pode até prejudicar o desenvolvimento dos pequenos. “Pais desejam criar atletas mirins, com agendas sobrecarregadas e sem descanso. Esse ritmo é prejudicial, resulta em sintomas diversos como criar motivos para não frequentar as aulas, fadiga, cansaço, perda de concentração, alterações no humor, irritabilidade, insônia, dores musculares e articulares, além do grande risco de lesões”, conta o Dr. Gabel.

Em contrapartida, muitos pais também pensam que a aula de Educação Física no colégio é exercício suficiente para o filho. Será? O pediatra fala que a prática escolar contribui para melhorar a qualidade da saúde, mas é insuficiente para alcançar objetivos como o desenvolvimento da capacidade motora, cognitiva, afetiva e social.

Também é importante ficar atento às atividades mais indicadas para a faixa etária da criança. O Dr. Gabel indica algumas mais apropriadas para cada idade:

De 1 mês a 1 ano: estímulos sonoros, estímulos visuais com panos coloridos, brincar de engatinhar, mímica, esconder e achar, além de espalhar brinquedos para estimular o bebê a se mover até alcançá-los.

De 1 a 5 anos: o que envolva corrida, chute, dança e teatro.

De 5 a 8 anos: aqui é importante incluir aquelas que contem regras, além de correr, dançar e iniciação esportiva – apresentação das modalidades sem ser competitivo.

De 8 a 14 anos: tênis, futebol, vôlei, basquete, natação, handeball, ginástica, judô e demais modalidades voltadas para o desenvolvimento esportivo.

A recomendação para crianças é de, pelo menos, 60 minutos diários de exercícios e que a criança não fique mais de 2 horas do seu tempo por dia em aparelhos de televisão ou eletrônicos.

O pediatra frisa que os adultos devem ser um exemplo ativo para os menores: “Estimule a criança também praticando, como caminhadas, pedaladas e jogos. Encoraje-a pela troca da TV e computador por ações esportivas; saiba negociar o tempo de utilização desses aparelhos.”, recomenda.

*Matéria publicada em www.ebc.com.br

quarta-feira, 4 de março de 2015

Coworking de Mães - Casa de Viver

Imagine-se nessa situação:

Mulher independente, bem sucedida, com grande possibilidade de ascensão profissional. Feliz com relação ao trabalho que escolheu.

Decide ter filhos. Ama estar com eles. Finda-se a licença maternidade. Você retorna ao trabalho, deixando seu bebê aos cuidados do pai (que tem horário flexível, ou disponibilidade de trabalhar em home office), ou então o bebê fica com alguém de sua confiança.

Você retorna ao trabalho, que tanto gosta e te faz sentir plena. Você conquistou esse espaço, estudou e se dedica. Eventualmente você recebe uma ligação, uma mensagem de texto ou de voz, informando que seu lindo bebê disse “mamãe” pela primeira vez. Dali a poucos dias, um vídeo onde aquela criança, que cresce em alta velocidade, dando seus primeiros passinhos.

Você sai cedinho, pela manhã, precisa enfrentar a cidade caótica de tanto trânsito. A criança ainda dorme. Dedica-se o dia todo ao trabalho. Liga para casa, e ouve pelo telefone, sua inocente voz cantando músicas infantis, os passinhos apressados, a brincadeira de carrinho, ou até mesmo, uma brincadeira de princesa. Ao final de seu dia produtivo no escritório, enfrenta o difícil retorno pelas ruas congestionadas. Eventualmente precisa ficar até mais tarde no escritório, fechando algum trabalho urgente, ou aquela chuva de verão torna a volta pra casa uma epopeia,  a criança já está de pijama...

Você, profissional experiente, se sente incompleta percebendo que o que considerava sucesso já não é o bastante, comparado a perder preciosos momentos do desenvolvimento de seu filho: Uma etapa que passa tão rápido e não tem replay.

Não é difícil imaginar-se nessa situação, pois se não é a descrição de SUA própria história, é certamente a descrição do dia a dia de alguma mulher que você conheça.

A mulher que tanto lutou para conquistar um lugar de destaque na sociedade, o conseguiu com honra ao mérito, mas não consegue deixar calar o zelo e o cuidado com a família que faz parte de seu DNA. Essa mulher quer mais, quer continuar seu sucesso profissional sem abrir mão da qualidade de vida com sua família, em especial com seus filhos. Quer estar próxima, poder amamentar um pouco mais, ou então dar colo quando aquele pequenino se sente carente.

Conciliar o papel de mãe e de profissional parece ser o grande desafio da mulher moderna no Brasil e no mundo. E muitas mulheres acabam por abrir mão de algum de seus papéis para dar maior espaço ao outro, conforme sua condição ou necessidade.

Essa é uma história real, da Carina de São Paulo, que sofreu por perder grande parte do crescimento de sua primeira filha. E também da Fernanda, hoje sua sócia.
Carina não se conformou com essa situação e decidiu fazer a diferença. Nascia ali a Casa de Viver, um espaço pensado para mamães continuarem sua vida profissional ativa, com a estrutura de um escritório (internet, telefone, copa, e outras facilidades) associada a um aconchegante espaço de brincadeiras para os bebês e as crianças.

Pesquisou o formato. Existem poucos no mundo e é único no Brasil. Amadureceu a ideia. Neste percurso encontrou Fernanda, que na segunda gestação, não queria perder de ver mais uma vez um filho crescer. Mas também, com dois em casa, certamente fica muito complicado diferenciar o momento mãe do momento profissional, pois o trabalho doméstico é cansativo e infinito.

Uniram ideias, paixões, fizeram o orçamento e empreenderam. Hoje a Casa de Viver está funcionando e acolhendo outras mães empreendedoras que querem acompanhar de pertinho o crescimento dos filhos. É um espaço de Coworking e conta com salas para atendimentos individuais (fisioterapia, massagem, psicologia, etc...) Sala de reunião. Um espaço sustentável, a medida em que estão acolhendo mães com o desejo de empreender, oferecendo workshops, oficinas, e atividades de bem estar, porque além do lado mãe e do lado profissional, o lado mulher deve ser estimulado, para o bem estar e autoestima.

Percebo em minhas pesquisas para o coaching o quanto a mulher é empreendedora por natureza. Tem demonstrado ter menos medo do não. Na verdade, estando sua família bem e feliz, a mulher moderna encara com força todo o resto. E isso é uma grande chave para o sucesso. Esse é o espírito que percebi também na Casa de Viver.

A Casa está aberta e em pleno funcionamento, aguardando mamães (e porque não papais?) com esse mesmo espírito, que estejam dispostos a dividir o espaço e essa experiência inovadora, para pessoas que precisam de dias ou horários flexíveis, ou também aqueles que precisam de um endereço de escritório fixo, em um discreto prédio super bem localizado na Vila Mariana, em São Paulo.

Conheça um pouco mais da CASA de VIVER 

Faça parte dessa história http://www.kickante.com.br/casadeviver

Veja as ações pelo Facebook também.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Terrible Two - Crise dos 2 anos

Eu não gosto de rotular meu filho. Não que Arthur seja diferente dos outros, claro que para mim ele é especial, mas realmente não gosto de rótulos!


Você que é mulher, não odeia quando, por qualquer irritação, alguém já relaciona a TMP, mesmo quando você está longe de seu ciclo? Ou em qualquer dor de estômago, já vem alguém e comenta: Ah! Tá gravida! Arrr...... Por isso não gosto de rótulos com as crianças! qualquer coisa é o dente, é a fase, é dor, é etc.... e de alguma maneira deixamos de observar a criança e passamos a observar o problema, ou a crise, ou a situação.

De qualquer maneira, não há como ignorar que as crianças passam por fases de desenvolvimento e mudam seu comportamento. Isso tem acontecido de maneira muito radical aqui em casa. Meu doce e amável menino, em uma semana, se transformou em um birrento e gritão! Tudo pra já e agora! E com gritos, choros e ranger de dentes. Ah! Aqueles que gostam de rotular também podem achar que é o "inferno astral" pois tem ocorrido próximo ao seu 2° aniversário (brincadeirinha!)

Por volta dos dois anos, as crianças passam a se perceber como indivíduos, que tem vontades e podem tomar decisões. Que ótimo, é sinal de amadurecimento, mas como na adolescência (sim, isso vai acontecer novamente), o mais fácil é agredir aos que estão ao seu redor (pais, avós, cuidadores) para conseguirem o que querem. Querem fazer prevalecer sua própria vontade, e como não tem argumentos, pois são imaturos, partem pra força bruta. 

Por conta dessa imaturidade neurológica, enfrentam até uma guerra interior com seus próprios sentimentos, ou seja, nem sabem o que querem.

Aqui em casa, o destino foi generoso e uniu duas pessoas que não gostam de briga. Ao longo de 10 anos, eu e Elliot brigamos 4 vezes, e nos acertamos no mesmo dia. Nunca bati e não pretendo agredir fisicamente meu filho. Respeito a todos, mas não é esse o tipo de educação que pretendemos usar com Arthur pois não acreditamos nela. Somos do diálogo e do debate, da criação com apego. Tenho vontade de "sair na mão" com alguns conhecidos e desconhecidos por aborrecimentos e falta de respeito, na rua. Me controlo, pois senão seria taxada de louca! Certamente voltaria com belos hematomas, além de ser uma cena patética (rs), porque com aquele que eu mais amo, parte de mim, preciso usar de violência? Penso que a violência entra onde a razão sai.... ponto de vista!

Como temos lidado com essa fase?

Muita Conversa!
Muita Paciência!
Contar até Mil - Duas Vezes!
Quando possível, saio de cena, deixo-o sozinho por algum momento para que eu possa esfriar minha cabeça, afinal também fico irritada!
Aproveito a oportunidade e, assim que as coisas se acalmam, ensino o comportamento correto.

Claro que não está resolvendo em um primeiro momento. Arthur tem batido no pai (algumas vezes) e em mim (poucas vezes). Dias atrás chorou cerca de 40 minutos porque não queria escovar os dentes (tive que fazê-lo a força). Está urgente, meio mal humorado com as pessoas. Para terem noção, não quis nem abrir os presentes do aniversário!!! Fui abrindo aos poucos, ele se alegrava e brincava com cada um.

Digo muitas vezes que o amo. Abraço muito, mesmo quando ele esperneia parecendo um peixe fora d'agua. Não quer comer (olha a vantagem de ter uma dieta saudável, não quer comida? Come fruta, cenoura baby, frutas secas, biscoito de arroz, suco natural, nem ligo!) usa o peito de chupeta, se irrita... Fora de casa, brincando, ele tem se comportado melhor, gastado energia, e os confrontos tem diminuído. Entre todo esse episódio de 3° guerra mundial, claro que ele, do nada, me chama, diz que me ama, me abraça, me beija muito, faz palhaçada, e eu morro de amores...

Quanto a nós, cansados pais, nos restam os lamentos, e aguardar que a fase passe. Não há muito o que fazer. Eu consolo meu marido, ele me consola, nos poucos momentos que temos de sossego. Compartilho meus dramas com algumas amigas, que estão passando ou já passaram por essa situação, meu marido se lamenta com seus amigos, e assim a vida caminha, na certeza de que a maternidade é igual a um jogo de vídeo game, cada fase mais difícil, e com uma recompensa mais gostosa.





sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

KidZania - Inauguração em São Paulo

KidZania traz para São Paulo conceito inédito de “Edutenimento”

Com primeiro espaço no shopping Eldorado, centro mescla educação e entretenimento em mais de 70 atividades para crianças entre quatro e 14 anos e abre ao público no próximo dia 20

São Paulo, dezembro de 2014 – A KidZania é a mais nova opção de lazer para crianças em São Paulo, a partir do próximo sábado, dia 20 de dezembro. O espaço, localizado em uma área de 8.500m²  no segundo subsolo do shopping Eldorado, recebeu investimento de R$ 42 milhões de reais. Com o conceito de “edutenimento”, fruto da união dos termos “educação” e “entretenimento” –, inédito no Brasil, destina-se a crianças com idades entre quatro e 14 anos.  Desenvolvido pela KidZania, o formato já recebeu diversos prêmios internacionais de qualidade e inovação.

Na KidZania as crianças se divertem e aprendem, praticando atividades reais em hospitais, teatro, fábricas, restaurantes, estúdios, entre outros cenários. Assim, os pequenos vivenciam experiências que priorizam a educação, a sustentabilidade e a cidadania.

“Cada atração é uma réplica detalhada e perfeita de um estabelecimento verdadeiro, com suas próprias áreas reproduzindo a realidade. Oferecemos o ambiente e as crianças entram com a imaginação”, explica o presidente da KidZania Brasil, Emilio Medina.

São mais de 70 opções de estabelecimentos com atividades pensadas e desenvolvidas por pedagogos, para que as crianças coloquem em prática, com toda a infraestrutura necessária, o princípio básico do “jogo de interpretação”. Assim, poderão se divertir em diversas profissões como médico, bombeiro, bancário, publicitário, jornalista, entre outras – um conceito simples com uma execução perfeita. Organizado como uma verdadeira cidade, a KidZania possui ruas, quarteirões, edifícios e fábricas.

Conceitos de economia e finanças também serão colocados em prática na KidZania. Uma moeda especial, chamada “KidZo”, é a chave para que as crianças tenham acesso aos diferentes serviços e deles possam usufruir. Assim, terão a oportunidade de realizar transações financeiras nos bancos, consumir nos diversos estabelecimentos e atividades presentes na cidade, ser remuneradas (nas várias oportunidades de emprego oferecidas) e economizar.

Valores sociais

A promoção de valores sociais e o desenvolvimento da autoestima, da criatividade, da cooperação, da liderança, da independência, da responsabilidade social e do envolvimento com a comunidade, também fazem parte do “Edutenimento”.

O Brasil será o primeiro país a contar com a parceria inédita entre a KidZania e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Por meio dela, os visitantes poderão conhecer o trabalho da organização através da “Missão UNICEF”. Durante a experiência, meninos e meninas vivenciarão o dia a dia da organização pela promoção do desenvolvimento infantil e em situações de emergência. Os adultos também serão convidados a fazer suas doações à organização.

Para dar realismo às atividades, a KidZania São Paulo conta com o patrocínio de marcas prestigiadas do mercado, como 1900 Pizzeria, Ajinomoto, Bradesco, Bozzano, Brandili, Burguer King, CBN, Faber-Castell, Fini, Folha de S. Paulo, Heinz, Kopenhagen, Made in Brazil, Nikon, Nugget, Play-Doh, Pom Pom, Porto Seguro, Prosegur, Risqué, Rossi, Sú-Fresh, TAM, Yakult e Zero-Cal.

A KidZania São Paulo tem equipe de 500 funcionários e capacidade para receber cerca de 800 mil visitantes ao ano. 

Um pouquinho do KidZania pra você!!!
Eu estive na pré inauguração como professora e imprensa, certamente é um lugar onde quero que Arthur frequente, realmente interativo!

Amanhã não vou perder a inauguração, Arthur ainda não tem idade, mas já quero apresentar esse maravilhoso lugar para minha família.

Sobre a KidZania


Criada em 1999, a KidZania está presente em Tóquio (Japão), Seul (Coreia do Sul), Lisboa (Portugal), Koshien (Japão), Dubai (Emirados Árabes), Jacarta (Indonésia), Kuala Lumpur (Malásia), Santiago (Chile), Santa Fé (México), Cuicuilco (México), Monterrey (México), Bangkok (Tailândia), Cidade do Kuwait (Kuwait), Mumbai (Índia), Cairo (Egito) e Istambul (Turquia), além de estar em desenvolvimento em mais nove países. 

Serviço

Endereço: Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3970, Pinheiros - segundo subsolo
Telefone: (11) 39954500
Funcionamento: 9h às 14h e das 15h às 20h, todos os dias
Preço: de R$ 100 a R$ 190 para crianças; R$ 50 a R$ 70 para adultos
Idade: entre 4 e 14 anos